14 de setembro de 2006


Esta dúvida tem-me feito pensar, sem querer de todo julgar ou criticar:

Numa situação grave, de sobrevivência, será preferível viver com a consciência de que deixámos alguém para trás ou morrer com a consciência de que alguém nos impediu de sermos salvos?

Se por um lado o instinto de sobrevivência nos impele a correr e não pensar em mais nada, por outro, o que de mais consciente há em nós, impede-nos de passar ao lado.

Será egoísmo ou covardia, esperança ou inconsequência, destino ou hora marcada?

A vida e a morte acontecem num segundo e a diferença pode ser feita por nós.
Não será uma carga demasiado pesada, meu Deus?

Sem comentários: