Absolutamente Inalterável
Papa deixa reparos à Igreja francesa por causa dos católicos recasados
Bento XVI disse este Domingo que a Igreja mantém "com firmeza" o princípio indissolubilidade do casamento e que, embora envolva com o maior afecto as pessoas divorciadas que se voltam a casar, "não pode aceitar" as iniciativas que tendem a abençoar "as uniões ilegítimas".
A posição foi assumida num encontro com os Bispos franceses, em Lourdes, e acaba por ser uma crítica à actuação de algumas dioceses deste país, que promovem iniciativas “destinadas a abençoar” estas uniões de católicos divorciados.
Para o Papa, trata-se de “uma questão particularmente dolorosa”, admitindo que existem “provações particularmente dolorosas, por vezes, que afectam certos lares”.
“É preciso acompanhar esses lares em dificuldade, ajudá-los a compreender a grandeza do casamento e encorajá-los a não relativizar a vontade de Deus e as leis de vida que Ele nos deu”, frisou.
Bento XVI analisou a crise sofrida pela família e culpou as leis "que nas últimas décadas relativizaram em diferentes países a sua natureza de célula primordial da sociedade".
"Frequentemente, as leis procuram acomodar-se mais aos costumes e às reivindicações de pessoas ou de grupos particulares do que à promoção do bem comum da sociedade", disse o Papa, para quem Igreja "tem que ser fiel" ao mandato de Jesus Cristo e nunca deixará de repetir "o que Deus uniu, que o homem não separe".
(...)
Agência Ecclesia - Internacional Octávio Carmo 15/09/2008 14:51
A posição foi assumida num encontro com os Bispos franceses, em Lourdes, e acaba por ser uma crítica à actuação de algumas dioceses deste país, que promovem iniciativas “destinadas a abençoar” estas uniões de católicos divorciados.
Para o Papa, trata-se de “uma questão particularmente dolorosa”, admitindo que existem “provações particularmente dolorosas, por vezes, que afectam certos lares”.
“É preciso acompanhar esses lares em dificuldade, ajudá-los a compreender a grandeza do casamento e encorajá-los a não relativizar a vontade de Deus e as leis de vida que Ele nos deu”, frisou.
Bento XVI analisou a crise sofrida pela família e culpou as leis "que nas últimas décadas relativizaram em diferentes países a sua natureza de célula primordial da sociedade".
"Frequentemente, as leis procuram acomodar-se mais aos costumes e às reivindicações de pessoas ou de grupos particulares do que à promoção do bem comum da sociedade", disse o Papa, para quem Igreja "tem que ser fiel" ao mandato de Jesus Cristo e nunca deixará de repetir "o que Deus uniu, que o homem não separe".
(...)

Sem comentários:
Enviar um comentário