18 de setembro de 2009

Queridos patrões

Se há coisas que agradeço a Deus todos os dias é o facto de ter trabalho, ainda mais nesta altura em que muitos são os que se vêem sem ele, vivendo as dificuldades e preocupações que daí advêm. No agradecimento que faço nunca esqueço o pedido especial para que os meus patrões tenham saúde e se conservem durante muitos anos com todas as suas capacidades mentais e intelectuais como até aqui, para que possam continuar a desenvolver e fazer crescer as empresas para as quais presto os meus serviços.

Aproveito ainda este contexto para confidenciar por aqui que os meus patrões, apesar de não muito "excêntricos" nos aumentos que dão, têm tudo o que qualquer funcionário por conta de outrem deseja. São compreensivos, companheirões e, muito importante, pessoas de bom fundo. Nunca os ouvi discutir ou descontrolar com alguém, nem serem incorrectos na linguagem, injustos ou prepotentes com quem quer que fosse. Estas pequenas coisas fazem a diferença para quem, como eu, já viveu ambientes de trabalho hostis e violentos a nível psicológico.

Se é graxa? Por acaso não, mas se fosse seria justamente aplicada!

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